
|
[Info] :Blog no ar desde: 13 de janeiro de 2003 ![]() Ela: Camila Ribeiro tem 20 anos, é estudante de Enfermagem, chocólatra assumida, inconstante, filha única, apaixonada por Chico Buarque, Inglês, Teatro, e pelo seu blog que existe há 5 anos... [Contato] 172300478 camilaband@hotmail.com![]() [Meu passado distante] [Visito]Blog da Andreza Blog da Carol Blog da Bruna Blog do Rodrigo Blog da Kandy Blog da Jenifer Blog da Kamila Desciclopédia Orkut Last FM MSN Hotmail ![]() ![]() |
|
Ok, ok. Eu confesso que estou sem tempo para postar aqui, ou melhor, sem tempo e sem vontade. Acontecimentos de minha linda vida linda: Se eu pudesse mudar meu nome, seria: CAMILA PACIÊNCIA. Juro! Passei anos pacientemente escutando quem nunca me deu ouvidos, anos aconselhando à quem ouvia apenas o que queria. Olha... agora realmente percebo que passei anos cega nesta "amizade", que diga-se de passagem, nem ao menos dizer tal palavra consigo... Lógico que minha ÚNICA parcela de culpa foi não estar ao lado durante esse quebra-cabeça amoroso de vocês. Porém aprendi a importância de pegar minhas armas do chão, colocá-las na mão e contar até dez, apenas. Parece até brincadeira, mas fiz isso sim! Um grande passo, uma grande mudança para quem sempre esteve quieta e distraída. Obrigada por me fortalecer, ok? Muitas pessoas tiveram azar quando fiz disso, uma estratégia pessoal fundamental. O que acontece comigo já não importa. Importa é o que FAZEM comigo, um dia de um lado, dia de outro, e quando se lembra, apenas o fingimento domina. Mas voltando à paciência, SIM, ELA TEM LIMITE. Engoli MUITA coisa e contei várias vezes até cem . Não sou uma vilã, porém, tudo isso faz parte desse vaso ruim aqui. Que contradizendo o ditado, já caiu, quebrou e esmigalhou-se. Melhor amiga? Substituí pelo super-bonder. Um grande equívoco acreditar que pudesse viver expectativas e sensações com certas pessoas que, agora, vejo: são esquecíveis. O pequeno príncipe nos disse uma vez que tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas... mas acho que toda regra tem sua exceção, e pra esta situação eu resolvi "descativá-la". Falando bem a verdade, ando meio chateada com a dificuldade que tenho de conhecer o ser humano. A cada dia uma decepção, sabe? Seria bem mais fácil você acordar já sabendo como será seu dia, tipo: "Hoje, com certeza é um dia bom para cortas os cabelos" ou "Fique em casa, pois pessoas podem te machucar". Melhor ainda, todos poderiam nascer com um manual colado na testa, definindo sua personalidade. Talvez isso fosse uma garantia para corações partidos, frustrações ou futuras decepções. Na maior parte do tempo sinto que estou em segundo plano, apesar de me dedicar totalmente às pessoas com quem gosto de estar, as pessoas que amo de verdade. Sabe, às vezes dá vontade de chorar e chamar minha mãe para soprar a ferida, como nos velhos tempos. Pena que nem sempre ela pode ficar do meu lado. É tanta coisa, tanta besteirinha, intriguinha, que qualquer hora minha paciência vai embora e eu vou com ela. Como as pessoas conseguem complicar tanto a vida? Uma vez li, não lembro onde, que somos o que somos devido aos outros. A verdade é que, os outros não se importam, apesar de tudo nos fazer crer que sim. A hipocrisia já liderou muitos fatos e vai ser sempre assim. Há muita bondade no mundo, vocês sabem. Gostaria de saber o que eu fiz para merecer esta pessoa. Eu sempre fui reservada e ponderada diante de problemas. Não falo, não me intrometo, não faço absolutamente nada. A única coisa coisa que pedi, uma coisinha de nada, não foi levada em consideração, e por fim, fui tida como a "vilã", entre outras palavras inaceitáveis. Sinceramente, vai tomar no cú. Essa sua mania de pisar sobre sentimentos de verdade e não medem o ato com destreza. Planeja o que quer, não dá chance de viver a própria vida, não pensa que amanhã a tempestade pode vir enfurecida, não consegue mastigar e engolir o orgulho. Estou CANSADA de ser vilã. Já tentei não ligar, mas não consigo. Não me sinto tão forte e menos ainda completamente madura. Eu sei que tudo é superável, a vida continua, mas os níveis de dificuldade variam bastante. Espero que um dia você saiba voltar para rever as falhas e se esforçar para tampar os buracos pela estrada. Com as mãos atadas, não posso fazer mais nada. Tudo o que eu tinha foi cortado pela raiz para que as ramificações não ultrapassassem a maldita cerca que foi imposta. Se meu pedido fosse realizado, certamente não existiriam tantos problemas. Neste emaranhado todo, houve bonanza sim. Ganhei amigos que jamais imaginaria estar ao lado. Não é por provocação, nunca faria isso. Apenas descobri pessoas de verdade, que antes eram pintadas por você, assim como eu para elas. Preciso parar de pensar no que me prende e criar coragem para deixar tudo como todo mundo quer. Só espero que meu coração continue aberto e que todas as situações possam ser modificadas com ATOS DIGNOS. Olha, não nego, mas estou numa fase muito boa da minha vida. Não a melhor logicamente, mas está boa. Aquela tal pessoa esnobe que depende dos outros para tudo, inclusive para dinheiro, com uma vidinha medíocre, nas mentiras inventadas, nas pinturas do próximo, que se satisfaz com uma falsa felicidade, quero BEM LONGE DA MINHA VIDA. Estressei sim, estou curando, e logo passa de vez. Afinal, como já disse, vaso ruim quebra sim, e sou melhor amiga agora do super-bonder. Ufa. Mas, como disse, obrigada por me fortalecer, talvez fosse este o projeto reservado =) The Posies - I guess you´re rightenviada por Camila Ribeiro 11/06/2008 01:17 Desembestei à cartunista. Além disso, hoje faz exatamente 1 ano que eu passei pelo maior apuro da minha vida... a tal úlcera no estômago! Neste exato momento eu estava dando entrada na emergência do Hospital Modelo, tentando ser "reanimada" pelos médicos e enfermeiros. Ah, que aflição de tudo isso. Nasci de novo! Parabéns pra mim. How fragile we are. enviada por Camila Ribeiro 06/06/2008 03:28 ![]() E o que ela disse? Nossa... ... ... ... ... Então, o que ela disse? "Nossa". Ela disse isso. Nossa. Ah... Pois é. Humm... só? Só. Ela me auscultou e... O quê? Auscultou, escutou com o coisinha... Eu sei o que é auscultar. Pois ela me auscultou e disse, nossa... Uau... Pois é... Pesado... Cruel. E... mais nada? Nada. Sabe, cismei. Nada! Absolutamente nada. Não disse nada. Não perguntou nada. Nem se eu estava expectorando. Cuspindo sangue. A cor do catarro. Da coriza. Esses detalhes escatológicos que eles adoram. Ela deve saber. ? Pelo nossa. Ela deve ter sacado tudo isso na hora do nossa. ? Ué, não tem japoneses, chineses, taichi paimei banzai kungfu panda, essas coisas, que fazem diagnóstico segurando o pulso do sujeito? Já vi isso, existe. Pois é isso. Ela te escuta, digo, te ausculta, e sabe se você ta encatarrado, a cor do seu catarro, temperatura, pressão, viscosidade, tudo. Normal... ... E... que cor? ? Que cor que tá? Em cima ou embaixo? Hein? Em cima ou embaixo? Porra, Weber... ce ta cagando catarro? ... Quando assôo o nariz ou quando eu tusso? Em cima, nas fossas nasais, ou embaixo, nos pulmões? Ah... Os dois. Verde em cima. Amarelo nos pulmões. Cruzes. Pois é... me deixou preocupado. Vi na Internet. Quatro tipos de coriza e catarro. Transparente, branco, verde, amarelo. Transparente ou branco é virose, não tem o que fazer, esperar. Mas o amarelo e o verde é infecção bacteriana. E o azul? ? O azul. Que azul? O azul, o azul. Que azul? Verde amarelo azul e branco? Agora catarro tem que sair na cor da bandeira? Catarro nacionalista? Azul, ué. Da onde vem o verde? Tem o amarelo, cor básica. O verde não é cor básica. É mistura de amarelo, básico, e azul, básico. Amarelo e azul. E o azul? Sei lá da onde vem o azul do catarro verde. Devo ter brincado com uma caneta bic quando era pequeno, enfiei no nariz, vazou pra dentro. Agora a tinta misturou com o catarro amarelo, ficou verde. Satisfeito? Ta, ta. Só queria... O que eu ia dizer... atenção... o que eu ia dizer: ela não me passou antibiótico... só água. ? Água. Muita água. Cinco litros de água por dia. Cinco litros? Cinco litros. Por cinco dias. Cinco dias? Cinco dias. Cinco por cinco? O que ela é, numerologista? Isso é mandinga, macumba. Ou pior, ela quer é te afogar. Ou afogar as bactérias. Quem souber nadar vai sobreviver. Você ou elas. E nada de antibiótico... Ei... É isso. ? É isso. O azul. Aí, vai por mim. Bebe água não. ? Cianofíceas. O quê? Cianofíceas. Algas azuis. É um tipo de bactéria. Azul. Você deve estar com uma infecção de cianofíceas também. Daí o verde. Amarelo e azul: verde. Agora, presta atenção. Cianofíceas não se afogam. Elas vivem na água. Não vão morrer, não importa o quanto você beba de água. Cinco, dez, vinte litros. As amarelas podem até morrer. As cianofíceas não. ... ... ... ... Acho que vou numa farmácia, ver se o cara me sugere um antibiótico. Se você começar a expectorar o...o... azul... Se isso acontecer, eu te aviso. Avisa. Eu aviso o Faustão... ? Esquece. ... ... Tem bactéria azul mesmo? Tem isso? Bactérias azuis. Perigosas... Perigosas? Perigosíssimas... Tóxicas. Cianobitas é... Hein? O nome dessas bactérias. Você disse. Cianobitas. Cianofíceas. O que eu disse. Isso aí. Disse cenobitas. Disse? Disse... e... ce sabe o que são né, os cenobitas... Sei. Bom filme. Bom. Hellraiser. Bom. Muito bom. Bom. Tinha algum azul? ? Cianobita? ? Azul. Que nem a alga. De repente tinha um azul. Pra justificar o nome, parecido com o da sua alga... Não é ciano. É ceno. Cenobitas... Ceno, ciano... Não, ceno é ceno, ciano é ciano. E o que é ceno? ... Deve vir de koinos... koiné... comum, básico. Essas coisas. Grego. Grego? Clássico. Grego clássico. ? History Channel... Ah... E, vem cá, e ciano... é o que afinal? Azul, cara, azul. Claro claro... tipo oceano? O azul. O ciano. O azul. O azul do mar... imensidão azul... essas coisas... que é? ... Esquece... você que veio com a estória do azul. Cor básica. Tava faltando pra explicar seu ectoplasma aí. Aí, não se diz cor básica. Não? Não. Diz primária. Cor primária. Sei... Primary Colors. Tipo o filme do Clinton fingindo que é o Travolta. O contrário. Esse também, esse também... Travolta. Tem que rezar todos os dias e agradecer a São Tarantino... O Tarantino é bom... Bom... Ce viu o curta? Dele? Do seu Tomelo. E do seu Jorge. Falando do Tarantino. Vi. Parece isso né. O que. O Curta. A gente, aqui, falando besteira. Que nem eles. Num café. Que nem nos filmes do Tarantino. Ou do Jarmusch. Isso... ... ... Se bem que os diálogos deles são melhores... São não... São não? Nada... Pode ser... Tudo a mesma bosta... ... ... Aí, vou nessa. Quanto...? Deixa que eu pago. Ce ta doente. Beleza. Melhoras. Valeu. E... não esquece... ? Se ficar... a cor... Ah...meus cenobitas... Isso... Me liga. Tá. enviada por Camila Ribeiro 28/05/2008 17:13 ![]() Nascendo na época errada! Quem me conhece, sabe que sou filha de José Dias, logo, paranóica por música anos 70,80 e começo de 90. As pessoas são imprevisíveis, estão sempre renovando valores, reformulando conceitos, alguns destes já concretos, outros não. E é neste não que entra a fase. Cada fase vivida, que diga-se de passagem, tive várias. Observando meus posts anteriores neste blog, de 3, 4, 5 anos atrás, nota-se a evolução [evolução?] de idéias, gostos e comportamento. O foco deste lenga-lenga está na música, pra falar a verdade. Lembro-me que aos 7 anos de idade já era maluca por The Police, Andru Donalds, Roxette, Tears For Fears, Bon Jovi, BeeGees, Johnny Nash, Roupa Nova, Carly Simon, Michael Jackson, Copacabana Beat, Falco... tínhamos em casa coleções, pilhas, caixas de vinis dos mais variados artistas, bandas e temas de novelas... e mesmo quebrando algumas vezes a ponta do tocador e riscando os vinis, eu conseguia colocá-los para ouvir. E o fazia todos os dias sagradamente ao acordar, até minha mãe começar a gritar da cozinha que era meio-dia e que precisava tomar banho para ir à escola. E quando chegavam as férias? Era a minha maior felicidade, pois era de praxe viajarmos todo santo feriado ou férias pra onde quer que fosse. Sabia que iria passar horas dentro do carro escutando fitas K7 de todas essas bandas. O mais engraçado de tudo era o meu inglês quando pequenina. Associava cada palavra... principalmente na música "Shout" do Tears For Fears, aonde eu cantava: "TCHAU, TCHAU, LERÍRARAU", ou no "Save me now" do Andru Donalds, e "Every little thing she does is magic" do The Police. É, com 7, 8 anos de idade não se aprende tanto, hahaha. Saudade de tudo isso, sabe? E aos 12 anos de idade descobri que gostava daquele rock pesado à lá Ozzy OSbourne e seu Black Sabbath, Metallica, Slipknot, Korn e seu metal. Não cheguei a ser nenhuma gótica, morria de medo de pessoas todas vestidas de preto pra ser sincera. Passada essa fase, aos 14 desembestei à gostar de Pearl Jam, a paranóia por eles foi tanta, que aos 16 anos fui sozinha ao primeiro e único show deles no Brasil, lá no Pacaembú. Ver o Eddie Vedder no mesmo ambiente que eu, foi algo que demorou para cair a ficha. Como valeu a pena ter nascido na época certa pelo menos desta vez! Aos 16 também, descobri a música popular brasileira, MPB. Foi tanta paixão, que o alvo maior disso foi Chico Buarque de Hollanda, obviamente. À partir de então, busco conhecer tudo que é música popular brasileira, adoro uma porrada de artistas e sinceramente, acho que não tem prá ninguém. O Brasil produz o melhor som e a melhor letra do universo. Agora, bem que eu poderia ter nascido um pouco antes para ter tido o prazer de conhecer enquanto vivos Tom Jobim, Nara Leão, furacão Elis, Baden Powell... Mas o melhor de tudo isso é poder todos os dias descobrir músicas novas, apesar de antigas! Ano passado, minha maior descoberta foi "A forest" do The Cure. A melhor música deles, composta há exatos 28 anos, que fui descobrir jogando video-game, o GTA Vice City Stories, o rifle é marcante. Eu adoro uma nostalgia. E como vê, ainda jogo video-game! Ouvindo: The Blow Monkeys - Love on your sideenviada por Camila Ribeiro Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
|